Poá investe em obras contra enchentes.


Região

Matéria publicada em 20/08/11
Antienchentes
Em Poá, a construção do piscinão será iniciada ainda neste semestre. Em Ferraz obras começam só em outubro
Cibelli Marthos
Da Região
Guilherme Berti

Piscinão: Em Poá, reservatório será construído na avenida Vicente Leporace, na Vila Romana
Após 20 dias de publicação, o edital referente à construção do piscinão de Poá já reuniu 20 empresas interessadas. Os envelopes com as propostas serão abertos no dia 6 de setembro. O reservatório de águas pluviais é apenas uma das obras de contenção de enchentes previstas na região. 
Ferraz também terá um piscinão e canalização de córregos. No total, as duas cidades devem investir mais de R$ 50 milhões somente neste ano para combater o problema. Com a realização das obras, a redução das inundações deve ser percebida de fato somente em 2013. 
Em Poá, a construção do piscinão será iniciada ainda neste semestre. "O edital já está publicado e acredito que o número de editais retirados aumente bastante. É importante que se tenha várias opções nesse caso", ressaltou o secretario de Administração, Alexandre Provisor. O reservatório será construído na avenida Vicente Leporace, na Vila Romana, mas o início efetivo das obras depende da desapropriação de 25 casas, sendo que alguns dos proprietários ainda não foram notificados sobre a retirada. 
O Executivo poaense também implantou um novo canal para escoamento da água na região central, em uma das vias mais atingidas pelas inundações. Os serviços de implantação já foram concluídos e contam com aduelas que passam sob a Praça de Eventos até a rua Hermógenes La Regina. Com a execução da obra, toda a água que costumava acumular na via será direcionada para as aduelas e despejadas no Córrego Itaim, atrás da praça. O projeto foi executado com verba do próprio município.


O prefeito Francisco Pereira de Sousa, o Testinha (PDT), pretende ainda duplicar o canal do córrego Itaim no trecho localizado sob a região central de Poá, o que acarretaria em novas desapropriações. O projeto depende ainda de verba estadual ou federal para ser executado.
Fonte: Diário do Alto Tietê

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